<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0"><channel><atom:link rel="hub" href="http://tumblr.superfeedr.com/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"/><description>Literatura Erótica</description><title>Textos de Vénus</title><generator>Tumblr (3.0; @textosdevenus)</generator><link>http://textosdevenus.tumblr.com/</link><item><title>”Um retrato dos últimos dias do colégio. Dois amigos...</title><description>&lt;iframe src="http://player.vimeo.com/video/9286822" width="400" height="300" frameborder="0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;”&lt;span&gt;Um retrato dos últimos dias do colégio. Dois amigos passam o dia inteiro juntos, mas isso, inevitavelmente, chegou ao fim” &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://textosdevenus.tumblr.com/post/30178486574</link><guid>http://textosdevenus.tumblr.com/post/30178486574</guid><pubDate>Sat, 25 Aug 2012 17:55:58 +0100</pubDate></item><item><title>McRapaz</title><description>&lt;p&gt;              &lt;img height="107" src="http://i45.tinypic.com/1hoqw.jpg" width="412"/&gt;&lt;br/&gt;   A última vez que saí de casa foi antes de acabar com o Hugo. Há mais de 2 meses. Saí ontem para ir ao McDonalds com uma antiga colega de turma.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;   Depois do Hugo perdi o interesse em ir à procura de encontros, mas parece que eles é que vieram ter comigo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;!-- more --&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;   A Cátia foi-se sentar numa mesa vazia e eu fui fazer o pedido. O rapaz que me atendeu devia ser mais novo do que eu&amp;#8230; devia ter uns vinte e poucos anos. Parecia um militar, era musculado, tinha a cabeça rapada e nada de barba. Corei assim que me perguntou o que ia ser.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;   «&lt;em&gt;ok! senta-te que eu levo-te o pedido à mesa&lt;/em&gt;» e assim fiz. Contei à Cátia que o achava super giro e ela concordou, embora fosse lésbica. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;   Não soltava os olhos dele, nem ele de mim. Veio-me trazer a comida e reparei que tinha qualquer coisa escrita no guardanapo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;                              &amp;#8221;&lt;em&gt;anda ter comigo ao wc..&lt;/em&gt;&amp;#8221; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;   Vi-o a entrar na casa-de-banho e inventei uma desculpa. Não me tinha masturbado naquele dia e já estava todo excitado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;   Na casa de banho não vinha ninguém mas reparei que a porta de um dos cubiculos estava encostada. Entrei e lá estava o rapaz. Sentado na sanita fechada com as calças para baixo e com a piroca na mão. Fiquei sem reacção. Ele levantou-se e beijou-me. Trancou a porta sem abrir os olhos. Sentia o caralho dele a tocar-me nas calças. Levei as mãos ao rabo dele e apalpei-o. Ele tirou-me as calças e meteu-se de joelhos. Começou a brochar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;   Sabia tão bem que me agarrei às paredes. Nunca ninguém me tinha brochado tão bem, nem o Hugo. Lambia-me os tomates enquanto masturbava-me com a mão. Eu nem tive de me mexer, ele tratou de tudo. Pegava-me na pila e batia-a contra a sua língua, depois enfiava tudo até onde podia. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;   Quando abri os olhos ele estava de costas virado para mim. Queria que o penetrasse. E assim fiz. Comecei a enfiar devagar até estar toda lá dentro. Aquele cú apertadinho sabia tão bem&amp;#8230; Comecei a puxa-la para fora e depois enfiava de novo. Ele gemia de prazer. Beijei-lhe os pescoço e acelarei. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;   Estivemos nisto uns bons minutos. Masturbava-o com uma mão e com a outra segurava-lhe na cintura.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;                                                          «&lt;em&gt;&amp;#8216;tou quase&lt;/em&gt;» &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;                  «&lt;em&gt;vem-te dentro&lt;/em&gt;» respondeu&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;   Vim-me. O meu corpo contorcia-se de prazer. Senti que ele se vinha na minha mão. Lambi-a.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;   Beijamos-nos e nunca mais o vi. Ainda hoje fico todo teso só de pensar naquela tarde. Costumo passar lá para ver se o vejo. Má sorte.&lt;/p&gt;</description><link>http://textosdevenus.tumblr.com/post/28720072527</link><guid>http://textosdevenus.tumblr.com/post/28720072527</guid><pubDate>Sat, 04 Aug 2012 22:30:54 +0100</pubDate></item><item><title>O meu primeiro e-ncontro</title><description>&lt;p&gt;&lt;em&gt;               &lt;img height="107" src="http://i50.tinypic.com/16h4ztx.jpg" width="412"/&gt;&lt;br/&gt;   &lt;br/&gt;    «Gays? que nojo..» &lt;/em&gt;- dizia eu. Agora namoro com um. Ironia do destino.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;   Eu conheci o Gustavo pela internet, sempre tive dificuldades em interagir com pessoas que não conhecia, para além disso detestava sair de casa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;!-- more --&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;   Assumi-me quando tinha 14 anos porque o meu primo tinha-me contado o que ser gay significava. Eu achava que era normal os rapazes gostarem de rapazes. E é. Embora nunca tivesse namorado na vida gabava-me do contrário, e foi por isso que o Gustavo se interessou em mim.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;   Ele vive em Viana do Castelo, uma hora de autocarro de onde vivo. E foi lá que nos encontramos pela primeira vez cara-a-cara, ele é bem mais giro ao vivo do que através do ecrã do computador. Era ruivo de olhos verdes. Tinha o nariz comprido e fino, para combinar com os dedos. Tinha os dentes perfeitinhos e cabelo despenteado. Tal como eu gosto. Estava super nervoso e ele, claro, percebeu. Foi super meigo, não me pressionou nem tentou nada engraçadinho, no inicio. Fomos comer qualquer coisa e passear pelo centro comercial.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;  Admito que estava teso que nem uma vara de bambu. Dê-mos o primeiro beijo umas horas depois do início do encontro e ia jurar que sentia os boxers frios. &lt;em&gt;Vim-me&lt;/em&gt;. Foi horrível. Nem sabia que isto podia acontecer. Engraçado. Continuava teso, e cada vez mais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;  Eu já sabia que ele era um bocado&amp;#8230; atrevido, talvez. Mas quando enfiou a mão pelas minhas calças a dentro e começou a massajar-me a pila eu perdi qualquer gota de dúvida que pudesse ter. Afinal, estávamos sentados nuns degraus dentro de um centro comercial. Mas eu não o parei. Aquele tesão e a adrenalina que me corria pelas veias pelo medo de ser apanhado impediam-me. Muito pelo contrário. Faziam-me a pila pulsar de tesão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;  Agarrou-me pela mão e levou-me para um cubículo qualquer na casa-de-banho. Curtimos até me doer os lábios. Lambeu-me a cara e continuou com a língua até ao peito. Já estávamos praticamente nus quando ele chegou ao umbigo. Baixou-me os boxers com os dentes e começou a lamber a cabeça e depois a brochar-me os tomates. Sabia tão bem que me tinha esquecido que estava num lugar público.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;  Guiei-lhe a cabeça com as mãos. Ele conseguia enfiar a minha piroca até à garganta. E ela não era propriamente pequena. Estava tão excitado que só lhe queria retribuir o favor. Puxei-o para cima e empurrei-o contra a parede fria do cubículo, ignorei o estrondo que tinha feito e esqueci-me das preliminares e comecei a chupar. O pénis dele era mais pequeno que o meu, mas era grosso. Não sabia a nada. Quando ele me agarrou no cabelo excitou-me ainda mais, por isso chupei ainda mais de força.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;   Parei mesmo antes de ele se conseguir vir. Meti-me de costas para ele e abri as pernas. Ele sabia exatamente o que eu queria e obedeceu. Cuspiu na pila para lubrifica-la e começou a enfia-la&amp;#8230; muito devagarinho&amp;#8230; O mix de dor mais tesão era perfeito. Já sentia o peito a suar. Não aguentei. Peguei-lhe na pila e enfiei o que restava. Estava toda dentro de mim. Ele agarrou-me na cintura e guiou o meu corpo, que tremia de tanto prazer. Conseguia sentir os pintelhos dele no rabo. Virei a cabeça para o lado e curtimos enquanto ele em comia. Assim evitava gemer alto, conseguia ouvir alguém a lavar as mãos. Ele abrandava e acelerava. Eu masturbava-me. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;            &lt;em&gt; quase&amp;#8230;                                                          ..quase&amp;#8230;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;                                  está quase&amp;#8230;                               ahn&amp;#8230;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ele veio-se para as minhas costas. Veio-se tanto que me apanhou o cabelo. Eu esporrei a porta toda. Ficamos uns segundos parados na mesma posição, apenas para ganhar o fôlego. Foi a melhor foda que demos. Ainda temos uns bons encontros ao fim-de-semana. Mas a primeira é sempre diferente.&lt;/p&gt;</description><link>http://textosdevenus.tumblr.com/post/28664564637</link><guid>http://textosdevenus.tumblr.com/post/28664564637</guid><pubDate>Sat, 04 Aug 2012 01:51:00 +0100</pubDate><category>conto</category><category>erotico</category><category>gay</category><category>portugues</category></item><item><title>    Se és fã de contos eróticos longos então a Vénus aconselha-te a ler um livro do escritor...</title><description>&lt;p&gt;    Se és fã de contos eróticos longos então a Vénus aconselha-te a ler um livro do escritor brasileiro Nelson Luiz de Carvalho intitulado «O Terceiro Travesseiro» - deixo-te &lt;em&gt;&lt;a href="http://pt.scribd.com/doc/3279682/O-Terceiro-Travesseiro" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt; o link. Boa leitura!&lt;/p&gt;</description><link>http://textosdevenus.tumblr.com/post/28661010123</link><guid>http://textosdevenus.tumblr.com/post/28661010123</guid><pubDate>Sat, 04 Aug 2012 00:55:08 +0100</pubDate></item><item><title>O Acampamento</title><description>&lt;p&gt;               &lt;img height="107" src="http://i47.tinypic.com/f0t3l0.jpg" width="412"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;   O acampamento escotista «Vem e Trás um Amigo» já ia no terceiro dia e Duarte estava a partilhar a sua pequena tenda vermelha e branca com Miguel, (o amigo que o irmão tinha trazido), e Marta, a amiga de Duarte.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;   Eles nunca se tinham conhecido antes mas rápido se tornaram amigos. Ao fim do primeiro dia aquele acampamento deixou de ser apenas um convívio de escoteiros para se tornar num jogos de sedução entre os dois. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;!-- more --&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;   Duarte e Miguel eram ambos gays não-assumidos, o que só apimentava mais o jogo. Começou por olhares e sorrisos discretos, agora esfregavam as pernas por debaixo da mesa de jantar. A noite estava a chegar. O destino estava traçado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;   Passaram o dia a elaborar um plano para convencer a Marta a ir dormir para outra tenda.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;    &lt;em&gt;  «Já pensas-te numa girls night?» &lt;/em&gt;    &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;                                        &lt;em&gt;«Ressonas muito alto. Vai dormir com o meu irmão»&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;         «A Joana acabou do o Diogo! Com certeza precisa de um ombro amigo»&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ela cedeu que nem um pato! Os rapazes ficaram logo de pau feito só de pensarem na noite que os esperava. Cada um aproveitou as horas em que estiveram separados durante a caminhada até ao topo da serra para delinear todas as etapas do ritual que teria inicio assim que fechassem a pequena tenda.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;    O momento tinha chegado. O jantar tinha finalmente assentado e a fogueira estava apagada. Despediram-se dos restantes companheiros e entraram na tenda. Estavam tão nervosos que quase pareciam virgens. Duarte levou os dedos de pianista para o peito nú de Miguel, que fez o mesmo. Partilharam o tão esperado beijo. O seu primeiro beijo. Não podia ter sido de outra maneira. A luz das tochas lá fora iluminava o interior da tenda como se de um &lt;em&gt;set &lt;/em&gt;de um filme romântico se tratasse. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;    A tenda foi inundada de um calor imenso. Não tardou muito para que as calças se juntassem às t-shirts deitadas no chão. Estavam ambos eretos. O tesão do Miguel notava-se mais porque as cuecas ficavam-lhe apertadas fazendo com que a cabeça do pénis ficasse à mercê dos olhares excitados de Duarte. As cuecas desapareceram tão rápido quanto as calças. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;    Estavam ajoelhados em cima dos saco-cama trocando beijos enquanto esfregavam o tesão um no outro. O pénis de Miguel era ligeiramente maior que o de Duarte, mas para rapazes de 17 anos tinham um material avantajado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;   Duarte foi o primeiro a tomar iniciativa ao soltar os lábios húmidos da boca do parceiro apenas para levá-los para os mamilos. Miguel suspirava fundo enquanto ia tentado empurrar a cabeça do amante mais para baixo. Duarte cedeu. Enterrou o tão esperado pénis pela boca adentro. Nunca um broche lhe tinha sabido tão bem. O tesão de Miguel tinha a textura e tamanho perfeito, encaixavam na perfeição quase como se tivessem sido feitos um para o outro. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;  Duarte sentia o pénis pulsar-lhe dentro da boca enquanto chupava bem devagar. Queria aproveitar o momento e proporcionar o máximo de prazer ao parceiro. Miguel  levantou-lhe a cabeça, era a vez dele dar um pequeno presente ao amiguinho. Dá-va para ver que Miguel era bem mais experiente. Arrastava a língua dos tomates à ponta só para depois enfiar tudo dentro da garganta. Duarte gemia de prazer. Não sabia se agarrar o saco-cama ou puxar o cabelo a Miguel, mas a segunda pareceu-lhe melhor. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;  Depois de terminar aquele que Duarte tinha considerado &lt;em&gt;o melhor broche da sua vida&lt;/em&gt;, Miguel empurrou o parceiro que caíu estendido entre os saco-cama. Miguel meteu-se de quatro por cima de Duarte e, enquanto se beijavam, masturbavam o pénis ainda húmido de cada um. Após uns bons minutos, Miguel agarrou firmemente no pau teso de Duarte e começou lentamente a enfia-lo por trás. A dor era tanta que teve de se meter de joelhos, por cima de Duarte. Enquanto usava uma mão para comandar o pénis do amante apertava a mão de Duarte com a outra. Estava todo lá dentro. Sabia tão bem que já a dor lhe tinha passado, por isso levantava o rabo quase até o pénis de Duarte estar completamente exposto só para o voltar a enfiar todo. Aumentou a velocidade. Mastubava-se a si mesmo com a mão e ao parceiro com o ânus. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;  Duarte parecia que ia desmaiar de tanto prazer. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;  Deu sinais de vida quando se contorceu. A magia estava quase a acabar. Miguel masturbou-se mais rápido para vir-se ao mesmo tempo que o amigo. Sentiu o Duarte a apertar-lhe as coxas. Soltou um grito seco e vieram-se. Quase em sintonia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;  Miguel lambeu o seu próprio leite do peito suado de Duarte. E beijaram-se até adormecer.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;  Ambos sabiam que aquela noite se ia repetir. Pelo menos até ao fim dos dez dias de acampamento.    &lt;/p&gt;</description><link>http://textosdevenus.tumblr.com/post/28592040270</link><guid>http://textosdevenus.tumblr.com/post/28592040270</guid><pubDate>Fri, 03 Aug 2012 01:26:00 +0100</pubDate><category>conto</category><category>erotico</category><category>portugues</category><category>escoteiro</category><category>gay</category></item><item><title>Aquela tarde de Maio.</title><description>&lt;p&gt;                   &lt;img height="107" src="http://i46.tinypic.com/mb096e.jpg" width="411"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;      O coração do Pedro acelerava sempre que pensava na escola. As férias estavam quase a terminar e o 3º período começava já na semana seguinte. Mas não era pelas aulas e professores que ansiava, era pelos noventa minutos que passava sentado à beira do Luís. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;!-- more --&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;      O Luís é o típico marrão. Aquele rapaz que se senta à frente e traz sempre os trabalhos de casa feitos. Loiro de olhos azuis e com a cara salpicada de sardas era considerado &lt;em&gt;feiozinho &lt;/em&gt;por quase todas as raparigas da turma. Mas não por Pedro. Este ficava com dores no peito só de sentir o cheiro do champô no cabelo curto e despenteado dele.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;      O Pedro nunca tinha sentido nada tão forte por um rapaz como o que sente pelo Luís. A única pessoa que sabia sobre este &lt;em&gt;crush &lt;/em&gt;era Filomena - a diretora de turma - era também a única que sabia que Pedro sentia por rapazes o que devia sentir por raparigas. Não que ele quisesse guardar segredo mas não contava a mais ninguém porque sabia que Luís ia acabar por ser gozado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;      Não era hábito masturbar-se todos os dias, mas depois de ter conhecido o que estava seguro ser o &lt;em&gt;rapaz mais giro da escola&lt;/em&gt;, não se conseguia conter, sempre que pensava no corpo nú do Luís nos balneários - aquele corpo magro e pálido com pouco pêlo - fazia o pénis do Pedro crescer, por isso não conseguia tomar banho na escola.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;      A relação crescia forte a cada dia. Pedro insistia com Luís, passavam agora as aulas a falarem e a partilharem piadas - sempre com cuidado para não serem separados. Foi com um contagiante «sim!» que Pedro respondeu à proposta da professora de Português de fazer o trabalho sobre &lt;em&gt;As Tradições do Povo Português &lt;/em&gt;com Luís. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;      Combinaram juntar-se numa tarde quente de Maio em casa do Luís. O Pedro pedia aos santos para que aquela tarde fosse inesquecível. E foi.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;      O quarto do Luís era tão arrumado que parecia novo, como se ninguém lá dormira na noite anterior. Luís sentou-se ao computador e Pedro ajoelhou-se ao lado dele porque não havia mais cadeiras. Enquanto Luís pesquisava pela internet, Pedro não conseguia tirar os olhos do fecho aberto das calças do parceiro. Estava completamente aberto, ele conseguia ver a cor dos boxers - eram vermelhos. Pedro estava a ficar louco. E não tardara muito até Luís reparar. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;     Pedro continuava com os olhos fixos na virilha da paixoneta enquanto ia dizendo «&lt;em&gt;ya&lt;/em&gt;» ao que fosse que ela dissesse. Luís começou a clicar no vazio, estava mais concentrado na atenção que estava a receber do amigo do que no trabalho e por isso meteu a mão pelas calças a dentro para picar o Pedro. Pedro estava com o coração a mil. Nunca teve o pénis tão teso. Olhou para Luís, mas antes que pudesse dizer alguma coisa este baixou a cabeça e beijou-o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;     O mundo do Pedro parou. Perdeu o sentido do tempo. Esqueceu-se de todos os problemas que tinha. Fechou os olhos e agarrou a cara de Luís.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;     Passaram para a cama sem soltar os lábios. A língua de Pedro era mais experiente que a do Luís mas iam-se safando. Estavam os dois com a cara a arder. Pedro ia-se lembrando de tudo que tinha visto em filmes pornográficos e começou a beijar o pescoço de Luís - que começava a respirar cada vez mais rápido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;    Alguns beijos depois a boca de Pedro já estava em cima da roupa interior do parceiro que se agarrava com força ao edredom para não se vir. Fechou os olhos assim que sentiu a boca quente de Pedro a envolver-lhe o pénis que pulsava de tanta excitação. Começou devagar mas estava tão excitado que logo acelerou. Luís ia controlando a cabeça do amigo com a mão. O ponto alto daquela tarde estava quase.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;   Pedro enfiava cada vez mais fundo e chupava cada vez mais rápido. Não tardou a sentir a pré-ejaculação do amigo e estava determinado a dar o maior orgasmo que Luís alguma vez tinha sentido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;   Luís ofegava enquanto se contia para não gemer alto demais. Apertou o cabelo do Pedro. Estava quase a vir-se. Pedro sentia o pénis a saltar-lhe dentro da boca. Agarrou a mão de Luís enquanto este se vinha e jorrava o tão esperado liquido pela boca virgem dele e ia engolindo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;   Ficaram a beijar-se até ganharem fôlego. Luís sentiu alguma coisa molhada - o amigo tinha esporrado pela cama sem sequer tocar no pénis. Aquela amizade tinha dado um grande passo. Escusado será mencionar que o trabalho ficou por fazer. &lt;/p&gt;</description><link>http://textosdevenus.tumblr.com/post/28516732765</link><guid>http://textosdevenus.tumblr.com/post/28516732765</guid><pubDate>Thu, 02 Aug 2012 00:44:00 +0100</pubDate><category>conto</category><category>erotico</category><category>sexo</category><category>portugues</category><category>gay</category></item></channel></rss>
